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terça-feira, 28 de julho de 2015

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Buddha


NÃO ACREDITE EM NADA, NÃO IMPORTA ONDE VOCÊ TENHA LIDO, OU QUEM TENHA DITO, NÃO IMPORTA QUE EU TENHA DITO, A MENOS QUE ISSO ESTEJA DE ACORDO COM A SUA PRÓPRIA RAZÃO E O SEU SENSO COMUM.

BUDDHA (Siddharta Gautama)







kubelvagem - Alemão (Chassis Fusca)

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Fusca Modificado

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Fusca Original

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Jeep Exercito

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Einstein


PROCURE SER UM HOMEM DE VALOR, EM VEZ DE PROCURAR SER UM HOMEM DE SUCESSO.

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Ditado


NÃO SEJA INSUBISTITUIVEL
SENÃO JAMAIS SERÁ PROMOVIDO






Evolução


A VERDADEIRA EVOLUÇÃO CONSISTE NA REDUÇÃO DE NOSSAS NECESSIDADES E NÃO NO AUMENTO INCESSANTE DELAS

GANDHI







Serra do Rio do Rastro - Sta. Catarina

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Estrada Serra do Rio do Rastro- SC.

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Leon Diniz (1880)- França



A ALMA DORME NA PEDRA
SONHA NA PLANTA
MOVE-SE NO ANIMAL
PENSA NO HOMEM








motos harley do irlandês Kieran Shortall

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Caminha ao meu lado


Não caminhes atrás de mim;
posso não ser um lider.
Não caminhes á minha frente;
posso não ser um seguidor.
Caminha ao meu lado para que
possamos ser Um
.


Chefe Archie Fire Lame Deer




Moto Indian 1939

Moto Indian 1939

Indian 1926

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1ª Triumph 1891

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1ª moto 1885

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EUA- West

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Estrada

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1ª moto Honda 1946

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Indian Chief- V2 de 1.720 cm³ 2009

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AJS Matchless G3LS 350cc -1945

AJS Matchless G3LS 350cc -1945

O SAMURAI – O CEU E O INFERNO


Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.
- Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno.
O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse:
- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.
- Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe. O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça... e se preparou para decapitar o monge.
- "Aí começa o inferno", disse-lhe o sábio mansamente.
O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno.
O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.
O velho sábio continuou em silêncio.
Passado algum tempo o samurai, á com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.
Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou:
- "Aí começa o céu".

Para nós, resta a importante lição sobre o céu e o inferno que podemos construir na própria intimidade. Tanto o céu quanto o inferno, são estados de alma que nós próprios elegemos no nosso dia-a-dia.
A cada instante somos convidados a tomar decisões que definirão o início do céu ou o começo do inferno.
É como se todos fôssemos portadores de uma caixa invisível, onde houvesse ferramentas e materiais de primeiros socorros.
Diante de uma situação inesperada, podemos abri-la e lançar mão de qualquer objeto do seu interior.
Assim, quando alguém nos ofende, podemos erguer o martelo da ira ou usar o bálsamo da tolerância.
Visitados pela calúnia, podemos usar o machado do revide ou a gaze da autoconfiança.
Quando injúria bater em nossa porta, podemos usar o aguilhão da vingança ou o óleo do perdão.

Portanto, criar céus ou infernos, portas lá dentro da nossa alma, é algo que ninguém poderá fazer por nós.

Sua vontade é soberana.
Sua intimidade é um santuário do qual só você possui a chave.







EUA - Chefes Indios

EUA - Chefes Indios
1881 rendição, Touro sentado, Urso que corre, Cavalo Branco e outros chefes

Ritual de passagem Cherokee


O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém. Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele. Talvez alguns humanos possam feri-lo. Os insetos e cobras podem vir picá-lo. Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Indios Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente... Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.
Nós também nunca estamos sozinhos! Mesmo quando não percebemos Deus está olhando para nós, sentado ao nosso lado.
Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.

Moral da história: Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele não esteja conosco. Nós precisamos caminhar pela nossa fé e não com a nossa visão material.


Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir Deus.





Ensinamento dos Indios

Ensinamento dos Indios

Logotipo da Indian

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EUA - Oeste

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Democrito

Democrito

Ueshiba

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Estrada

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Irlanda

Irlanda

Zero S é primeira supermotard elétrica do mundo


Da Infomoto 20/04/2009 - 14h19

Combustíveis alternativos não-poluentes cada vez mais entram na pauta das montadoras. A busca interminável por menor emissão de poluentes ou virou quase que uma "obrigação" entre os fabricantes de automóveis e motocicletas. Entre os exemplos de veículos "verdes" temos carros movidos a hidrogênio, scooters elétricos e agora é a vez das supermotards.

A americana Zero Motorcycles apresenta em sua gama de motocicletas -- todas movidas a eletricidade -- a primeira supermotard elétrica do mundo para rodar nas ruas: a Zero S.Custando US$ 9.950 à vista nos Estados Unidos, a novidade elétrica pode se tornar uma boa opção de locomoção urbana para os americanos. Para isso atributos não lhe faltam.

RÁPIDA E ECONÔMICA: Andar na cidade com a Zero S será uma tarefa agradável.
A potência de 31 cv e a incrível cifra de torque de 8,62 kgfm são mais que suficientes para o ir-e-vir diário de uma motocicleta que pesa 102 quilos montada em um quadro de dupla trave de alumínio. Para termos uma noção da força dessa moto elétrica, a superesportiva Suzuki GSX-R 750 com seus 150 cv de potência gera 8,8 kgfm de torque a 11.200 rpm.
A tarefa de transmitir a força para a roda traseira é feita por corrente e o câmbio é do tipo sem embreagem e com uma única marcha. A velocidade final divulgada pelo fabricante é de 60 milhas por hora, algo em torno dos 96 km/h.
Para um veículo de proposta urbana os números estão mais que suficientes.Garantindo a estabilidade da motard elétrica, rodas raiadas de 16 polegadas calçadas em pneus de perfil esportivo estão presentes na Zero S. Estes são de medidas generosas: 110/70-16 na roda dianteira e 140/70-16 na traseira. Colaborando com os pneus as suspensões possuem receita tradicional de uma supermotard a gasolina, com garfo telescópico invertido na dianteira (203 mm de curso) e monoamortecedor na traseira (229 mm de curso).

MANTENDO A FORÇA: Uma das grandes desvantagens dos veículos elétricos está na baixa autonomia. No caso da Zero S, a autonomia prometida é de quase 100 quilômetros, o que acaba não sendo uma marca ruim. E a recarga leva menos de quatro horas, com a moto ligada em uma tomada comum de 110 ou 220 volts.
(por Bruno Parisi)






Estrada

Estrada

AS QUATRO ESTAÇÕES


Um homem tinha quatro filhos.
Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado e por isso, mandou cada um em uma viagem, para observar uma Pereira que estava plantada em um distante local.

O primeiro filho foi lá no Inverno,
o segundo na Primavera,
o terceiro no Verão,
e o quarto e mais jovem, no Outono.
Quando todos os filhos retornaram, ele os reuniu, e pediu que cada um descrevesse o que tinha visto.

O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.

O segundo filho disse que não, que ela era recoberta de botões verdes, e cheia de promessas.

O terceiro filho discordou; disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele jamais tinha visto.

O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas...

O homem então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore...
Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são, e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estão completas.

Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza de seu Verão, a expectativa do Outono.

Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil.

Ciência é o conhecimento organizado; Sabedoria é a vida organizada...






PUMA


A General Motors (GM) apresentou nesta terça-feira (7) o protótipo de um veículo de duas rodas elétrico desenvolvido junto com a fabricante Segway e denominado Puma, que as duas empresas elaboraram como resposta às necessidades de transporte urbano.
A Segway é a firma que desenvolveu e fabrica atualmente veículos elétricos de duas rodas que se mantêm em equilíbrio por eles mesmos graças a um sistema de giroscópios, já tendo lançado 60 mil unidades.
Segundo a GM, o Puma permitirá que as pessoas "andem dentro das cidades com mais rapidez, segurança, limpeza e silêncio, e por um custo inferior".

O nome nada tem a ver com o antigo carro esportivo brasileiro homônimo, mas sim com "Mobilidade e Acessibilidade Pessoal Urbana", que significa sua sigla, em inglês.
A GM e a Segway revelaram, durante uma entrevista coletiva em Nova York, que o veículo é capaz de dirigir e estacionar de forma autônoma, assim como de detectar outros automóveis para evitar colisões.
"Este veículo nos permitirá chegar antes ao destino, sem ter a preocupação de estacionar, e inclusive poderemos aproveitar o trajeto para fazer outras coisas enquanto o próprio automóvel dirige", explicou à Agência Efe o diretor da área de Design da General Motors, David Rand.
O carro, elétrico, funciona com duas baterias de lítio, demora entre quatro e cinco horas para carregar e é ecológico, já que favorece a economia de energia, ao mesmo tempo em que não emite nenhum tipo de gás poluente.
O inovador veículo, desenhado para circular em centros urbanos, possui tração elétrica, assim como direção e freios eletrônicos e pode alcançar uma velocidade de até 56 km/h.
O projeto se encontra em uma fase inicial de desenvolvimento e o protótipo apresentado só possui sua estrutura metálica. "Esteticamente, falta muito a fazer, mas é um veículo que oferece muita versatilidade, por isso que poderemos personalizá-lo como quisermos", afirmou Rand, que também assegurou que, em um ano, uma versão final do protótipo atual será apresentada.

08/04/2009 - 14h00 GM apresenta protótipo de veículo elétrico com duas rodas da Efe, em Nova York










Caminho

Caminho
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Sr. Paiva

Sr. Paiva

Sr. Paiva: um século dedicado ao próximo


Jornal da Cidade 29/03/2009 Rodrigo Ferrari

Cidade faz contagem regressiva para aniversário de 100 anos do ‘batalhador da solidariedade’, que será no dia 8

Olhar sereno, corpo franzino, cabelos brancos e já um tanto ralos. A expressão da face enrugada de Sebastião Paiva dificilmente se altera, esteja ele triste, esteja contente. Prestes a completar 100 anos, demonstra uma disposição de fazer inveja a muitos jovens. Tudo bem que seu andar já não tem aquela agilidade do passado e a visão não possui o mesmo alcance de antes. Ainda assim, “tio” Paiva não consegue parar um minuto sequer. É um batalhador incansável da solidariedade. Se pudesse, tal como uma ave que protege os filhotes recém-nascidos, acolheria todos os pobres, necessitados, flagelados, desabrigados e desamparados sob o calor de suas asas.
No próximo mês, ele completará 100 anos de vida, dos quais 80, pelo menos, dedicados aos pobres e miseráveis.

Sebastião Paiva nasceu em Bebedouro, em 8 de abril de 1909. Foi registrado no município de Viradouro, filho do seleiro Andalécio Paiva e da dona de casa Rita Godoy Paiva.
Aos 8 anos, ficou órfão de pai (vítima de tuberculose) e passou a conhecer a miséria de perto. “Quando criança, eu não brincava.
Nunca tive esse privilégio. Precisava ajudar minha mãe a colocar comida em casa”, conta. Rita sustentava os filhos lavando roupa para fora e o pequeno Sebastião auxiliava tirando água do poço, buscando e entregando as peças de casa em casa. “Antigamente, a vida era muito difícil. Não havia entidades para atender os necessitados”, comenta.

Como ele próprio admite, os anos de privação serviram para despertar no íntimo de Sebastião um desejo incontrolável - logo nele, que é um homem tão contido - de ajudar ao próximo. “Houve um tempo em que cheguei a pensar em me tornar padre para poder me dedicar à caridade”, conta. Naquela época, Paiva ainda não havia entrado em contato com a doutrina kardecista. Na verdade, era um católico fervoroso. “Eu ia a todas as missas e rezas que havia na vizinhança”, garante.
E ia descalço, já que não tinha dinheiro para comprar calçados. “Às vezes, penso que eu poderia ter ficado revoltado, mas não fiquei, talvez porque eu fosse muito novo e não conseguisse entender direito o que se passava à minha volta”, diz. Quando adulto, embora já tivesse uma percepção mais clara da realidade que o cercava, Sebastião preferiu trilhar pelo caminho da serenidade ao invés de se rebelar.

A vida de Sebastião mudou de maneira drástica em 1928, ano em que teve a oportunidade de ler a obra “Do Calvário ao Infinito”, de autoria do espírito Victor Hugo e psicografada pela médium Zilda Gama. “Aquele livro me impressionou. Falava de sofrimento, caridade, amor ao próximo e reencarnação”, relata. Naquela época, ele já trabalhava como prático de telégrafo na Estrada de Ferro São Paulo/Goiás. Antes disso, havia sido ajudante de serviços gerais em uma fábrica de macarrão em Viradouro. “Eu fazia de tudo, desde carregar sacos de farinha até colocar as massas para secar ao sol”, explica.
Já naquele tempo, Sebastião tinha o costume de ajudar esporadicamente os necessitados, prática esta que foi se tornando mais e mais freqüente, a ponto de se tornar sua razão de viver. “Houve vezes em que até cheguei a cogitar a possibilidade de me casar e constituir família. Aos poucos, porém, essa idéia foi se afastando, na medida em que passei a me dedicar aos pobres”, afirma. Em meados dos anos 30, já como funcionário da Companhia Paulista de Estradas de Ferro (a Paulista), foi transferido para Dois Córregos (73 quilômetros de Bauru), onde atuou como telegrafista.
Paiva resolveu, então, dedicar-se ainda mais à caridade. Em parceria com o colega de trabalho Angelo Ricca, mais conhecido como Tito, passou a recolher donativos de casa em casa (comida, roupas, remédios), que depois eram distribuídos aos moradores carentes da cidade. Mais tarde, os dois conseguiriam adquirir um imóvel onde instalaram um asilo para idosos, conhecido como “Tito Paiva” (a instituição funciona até hoje). Em 1942, porém, a vida de Sebastião teria uma nova reviravolta, após ele ser transferido de função na Paulista (passou a controlador de tráfego de trens). “Fiquei meio triste por deixar para trás aquela obra que havíamos começado. Mas, pensando bem, vi que a mudança seria boa, pois Bauru (sua nova casa) era uma cidade maior e tinha mais necessitados precisando de ajuda”, pondera. Seu raciocínio estava coberto de razão. Nas décadas que se seguiriam, Paiva teria a chance de transformar a vida de milhares necessitados na cidade.
Pessoas que talvez estivessem condenadas a vagar nas sombras por toda sua existência, mas que puderam ser resgatadas a tempo, graças à generosidade de uma alma iluminada.FestaNas próximas semanas, o filantropo Sebastião Paiva enfrentará uma maratona de comemorações referentes ao seu centésimo aniversário.

Os pontos altos das festividades serão no dia 8, quando será homenageado pelas diretorias das entidades assistenciais por ele fundadas; e no dia 11, ocasião em que participará de um grande evento a ser promovido pelo Grupo “Voluntários em Ação”, que atua no abrigo para idosos da Associação Beneficente Cristã, o Paiva. O colunista Miguel Daré, do Jornal da Cidade, presidente do grupo, explica que a festa - destinada apenas a convidados - ocorrerá no hall de entrada do abrigo. “Faremos o descerramento da placa comemorativa com os dizeres: ‘Sebastião Paiva, 100 anos de vida.

Uma vida dedicada à caridade’”, afirma. Haverá uma sessão de depoimentos de pessoas ligadas à história de “seo” Paiva, seguida de uma apresentação do Coral Arte Viva de Bauru, sob regência da maestrina Sonia Berriel. A festa será encerrada com um café colonial.O “Voluntários em Ação” começou a atuar no Paiva há cerca de 10 anos. Todos os meses, os integrantes fazem visitas ao abrigo, para levar alegria aos idosos com atividades lúdicas, danças, festas, entre outros. O grupo realiza a festa de aniversário de “seo” Paiva há quase uma década.



Projetos atendem crianças, mães e idosos


Hoje em dia, as entidades criadas por Sebastião Paiva na cidade já não podem se fiar tanto na boa vontade dos voluntários para funcionar.
A profissionalização dos serviços de assistência social, determinada pela lei, fez com que as instituições tivessem de recorrer ao trabalho de profissionais especializados. Atualmente, as entidades contam com mais de 90 funcionários. Cada uma funciona de maneira independente em relação à outra.

A Casa da Criança atende a 30 menores. O objetivo básico da instituição é oferecer abrigo a crianças que tenham sido vítimas de algum tipo violência, geralmente encaminhadas pela Vara de Infância e Juventude ou pelo Conselho Tutelar.
Além disso, a Casa da Criança mantém um projeto no Parque Jaraguá, denominado Casa do Leite.
O local oferece apoio a 90 gestantes, por meio de parceria com a Fundação Espírita Sebastião Paiva.

A fundação é responsável pela distribuição de cestas básicas a 128 famílias de bairros carentes da cidade, além de cursos profissionalizantes na área de artesanato. Já o abrigo para idosos da Associação Beneficente Cristã, chamado de Paiva, assiste, nos dias de hoje, 129 homens e mulheres.
Além de moradia, seis refeições diárias, cuidados médicos, os abrigados participam de atividades lúdicas, sessões de cinema, passeios a locais públicos e cursos de dança.


Sr. Paiva


Em Bauru, seis décadas cuidando dos que sofrem


Sempre que alguém vai visitar Sebastião Paiva, 99 anos, ele faz questão de que a pessoa assine um livro de visitas que fica na antessala de seus aposentos. Ele explica que gosta de manter os registros referentes a todos que vão vê-lo. “Depois, em minhas preces, peço aos espíritos superiores que iluminem as vidas dessas pessoas”, explica.

Quase 100 anos de idade (a serem completados no próximo dia 8), 65 dos quais vividos em Bauru, e “tio” Paiva ainda encontra ânimo para se preocupar com o próximo. Logo que se mudou para Bauru, foi morar na rua Antônio Alves, próxima à antiga estação da Companhia Paulista de Trens (a Paulista), no Centro. “Lembro-me de que, naquela época, havia um trem que parava na estação à meia-noite. Vinha repleto de imigrantes, gente que não tinha nem o que comer”, conta. Para tentar minimizar o drama daquelas pessoas, “seo” Paiva costumava recolher pães amanhecidos nas padarias da cidade e depois servi-los aos viajantes no Albergue Noturno. Esse trabalho foi crescendo pouco a pouco até que, em janeiro de 1946, Paiva fundou oficialmente a Associação Beneficente Cristã.
No princípio, a entidade contava com alguns cômodos no Jardim Bela Vista, construídos por voluntários (a maioria ferroviários), aos finais de semana, e destinados a crianças e mães que não tinham onde morar.Em 1948, com ajuda do então gerente de banco Roberto Previdello - a quem Paiva se refere como “meu sócio” -, Paiva conseguiu adquirir uma propriedade de 50 alqueires no Município, para onde eram encaminhadas as famílias desprovidas de fonte de renda. Previdello, que tinha bom trânsito entre fazendeiros e empresários, conseguia arrecadar quantias expressivas para as obras assistenciais de “seo” Paiva, explica Ana Aparecida Camillo, 86 anos, mais conhecida como dona Anita. Sobrinha de Previdello, Ana é considerada o “braço direito” de “seo” Paiva. Ela passou a atuar como voluntária na entidade em 48, logo após ter ficado viúva. “Naquela época, fui morar com meus pais. Fiquei sabendo, então, que havia um senhor na Bela Vista que estava precisando de voluntários para suas obras assistenciais. Resolvi oferecer minha ajuda”, conta. Na década seguinte, “seo” Paiva enfrentaria dois dos momentos mais dramáticos de sua vida.

Em 1950, sua mãe, Rita Godoy Paiva passou a sofrer de sérios distúrbios mentais. “Era preciso passar a noite inteira tomando conta dela”, recorda-se o filantropo. A doença da mãe fez “seo” Paiva olhar com mais atenção para aqueles que enfrentavam problemas parecidos. “Procurei meu ‘sócio’ e disse que era preciso construir um hospital psiquiátrico na cidade”, conta. A instituição funcionou até 2006, quando teve de fechar as portas devido a problemas financeiros.Por pouco, porém, “seo” Paiva não viu o sonho do hospital se concretizar. Em 53, ele foi acometido de uma grave inflamação no aparelho digestivo. Ficou vários dias de cama e acabou desenganado pelos médicos. “Eu sabia da gravidade do meu problema e não tinha medo de morrer, só que eu orava a Deus pedindo que me ajudasse a terminar o hospital”, diz. Certa noite, uma médium bauruense identificada apenas como dona Bernarda foi até a antiga Santa Casa (hoje, Hospital de Base) visitar “seo” Paiva. “Ela fez uma oração pela minha saúde. No dia seguinte, eu já estava curado.

O médico que cuidava de mim disse que aquilo foi um milagre”, afirma. Hoje, às vésperas de seu centenário, “seo” Paiva leva uma rotina pacata. Acorda por volta das 5h, liga o rádio em volume bem alto (ele tem problemas de audição) e ouve o noticiário da manhã. Em seguida, liga a televisão para acompanhar os telejornais.“Na TV, aparece muita gente morrendo. Fico triste. Esse progresso de que tanto falam criou as armas que hoje matam os inocentes”, diz. As refeições de “seo” Paiva costumam ser frugais. “Ele come de tudo, só que em pequenas quantidades. É bastante ponderado”, garante dona Anita. “É comida de pobre”, brinca o filantropo, que gosta de se manter informado sobre a conjuntura política do País. Ele é telespectador assíduo da TV Senado. “A gente costuma ver muita roubalheira e trapaça no Congresso”, critica.
Carismático e conhecido pela maioria da população da cidade, “seo” Paiva nunca quis saber de entrar para a política. Nunca, na vida, manifestou-se a favor ou contra qualquer partido que seja. “É que, na política, já tem gente demais, e na assistência não tem ninguém.

Prefiro continuar cuidando dos pobres”, explica.‘Eu não sou muito de sorrir’Uma das principais características de Sebastião Paiva, 99 anos, é a serenidade. Fala de maneira pausada e jamais levanta a voz, mesmo que esteja bastante contrariado. Dificilmente chora e quase nunca dá gargalhadas. “Não sou muito de sorrir. Já vi muitas coisas tristes nessa vida”, diz. Acompanhe trechos da entrevista que ele concedeu ao Jornal da Cidade.

Jornal da Cidade - Prestes a completar 100 anos de vida, o senhor acredita já ter cumprido sua missão?

Sebastião Paiva - Minha missão é permanente, pois a pobreza e a miséria nunca acabam - são como formiga saúva. Sou espírita e acredito que, quando eu desencarnar, continuarei cuidando dos necessitados nas outras vidas.

JC - É possível dizer que o mundo será melhor no dia em que não precisar mais do trabalho de pessoas como o senhor?

Paiva - Sonho com o dia em que a humanidade alcançará tal estado de perfeição. Nesse dia, cada ser humano cuidará de seu irmão e não haverá mais pobreza, fome ou miséria. Existe sofrimento demais neste mundo. Já vi muitas coisas tristes em minha vida. Acho que, por esse motivo, eu não sou muito de sorrir.

JC - Para o senhor, o que é a felicidade?

Paiva - Ser feliz é realizar todos os seus objetivos e sonhos.

JC - O senhor disse que tem dificuldades para sorrir e que ainda tem uma longa missão pela frente. O senhor se considera uma homem feliz?

Paiva - Muita gente sorri, mas tem o íntimo carregado de tristezas. Sou muito feliz, feliz de verdade, pois sei que irei reencarnar para continuar servindo os pobres e necessitados.








Cavalos Arabe

Cavalos Arabe

Bosque

Bosque

O Rio

O Rio

Cavalos Luzitanos

Cavalos Luzitanos

Mongol

Mongol

Guerreiro


Ser guerreiro é...
Saber que não existem atalhos para o destino.
E que em hipótese alguma, haverá vitória sem luta, e não haverá luta sem adversários.
A derrota, para o guerreiro, nada mais é que o adiamento da inevitável vitória.
O Guerreiro é, por natureza própria, perseverante.
Pensa em desistir mas não desiste, pensa em fugir mas não foge, pensa em vingança mas não vinga.
Se sente medo, não o deixa dominá-lo, tampouco deixa invadi-lo, o conhece apenas para evitá-lo.
Assim, através do autodomínio, alcança a plenitude do não-pensamento, onde o Tudo se torna Vazio, e o guerreiro se torna um com esse vazio, restando apenas o infinito Amor.
Alcançou seu objetivo, se tornou um com seu caminho.
E deste ponto em diante, do alto de seu Satori (entendimento, iluminação), sabe que nada é impossível.
Não há e nem haverá de existir barreiras insuperáveis, inimigos invencíveis, ou caminhos que não possam ser percorridos. E também sabe que, quando se quer alguma coisa, o universo inteiro conspira a seu favor.
Fazendo a vida valer a pena, tentando sempre, desistindo jamais. Tornando o sonho verdade, o erro em acerto, a barreira em passagem, o desespero em solução.
Verdadeiro, simples, decidido e objetivo.
Compreende a todos, mesmo sabendo que é incompreendido. Com coragem, através da honra, e pelo Amor, sempre!

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Cavalo Apaloosa

Cavalo Apaloosa

Senso

Senso

Sol

Sol

ENCONTRO


Duas coisas podem acontecer quando nos encontramos com alguém:
Ou nos tornamos amigos ou tentamos convencer esta pessoa a aceitar nossas convicções.
O mesmo acontece quando a brasa encontra um outro pedaço de carvão: ou compartilha seu fogo com ele, ou é sufocada por seu tamanho, e termina se extinguindo.
Como, geralmente, somos inseguros num primeiro contacto, tentamos a indiferença, a arrogância, ou a excessiva humildade.
O resultado é que deixamos de ser quem somos, e as coisas passam a se dirigir para um estranho mundo que não nos pertence.
Para evitar que isto aconteça, permita que seus bons sentimentos sejam logo notados.
A arrogância geralmente é uma máscara banal da covardia, mas termina impedindo que coisas importantes floresçam na sua vida.

EPICTETUS (55 d. C – 135 d. C) filósofo de Roma.





Santidade

Santidade

Dalai Lama

Dalai Lama

Aristóteles


Não coloque objetivos longe demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje.

Aristóteles (filósofo grego 360 A.C.)

Nemaste

Nemaste

Ponte

Ponte

Confucio



O HOMEM DE BEM EXIGE TUDO DE SI PROPRIO; O HOMEM MEDIOCRE ESPERA TUDO DOS OUTROS.


CONFUCIO (551 a 479 A. C.)





Estrada

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O SILÊNCIO


Nós os índios, conhecemos o silêncio... Não temos medo dele.

Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras. Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio.

E eles nos transmitiram este conhecimento.

Observa, escuta, e logo atua, nos diziam. Esta é a maneira correta de viver.Observa os animais para ver como cuidam de seus filhotes.

Observa os anciões para ver como se comportam.

Observa o homem branco para ver o que querem.Sempre observa primeiro, com o coração e a mente quietos. E então aprenderás.

Quando tiveres observado o suficiente, então poderás atuar. Com vocês, brancos, é o contrario. Vocês aprendem falando.

Dão prêmios às crianças que falam mais na escola. Em suas festas, todos tratam de falar.
No trabalho estão sempre tendo reuniões, nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes. E chamam isso de “resolver um problema”.
Quando estão numa habitação e há silencio, ficam nervosos. Precisam preencher o espaço com sons.

Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer. Vocês gostam de discutir. Nem sequer permitem que o outro termine uma frase. Sempre interrompem. Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido, inclusive. Se começas a falar, eu não vou te interromper. Te escutarei. Talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estas dizendo. Mas não vou interromper-te. Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste, mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante. Do contrario, simplesmente ficarei calado e me afastarei. Terás dito o que preciso saber. Não há mais nada que a dizer. Mas isso não é suficiente para a maioria de vocês.

Deveriam pensar em vossas palavras como se fossem sementes.

Deveriam plantá-las, e permiti-las crescer em silêncio. Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra esta sempre nos falando, e que devemos ficar em silêncio para escutá-la.Existem muitas vozes além das nossas. Muitas vozes. Só vamos escutá-las em silêncio.


H D. 1200cc 1931 - Restaurada

H D. 1200cc 1931 - Restaurada

Café Racer Kott - 750cc Honda

Café Racer  Kott - 750cc Honda

Café Racer

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Trimph Bonneville Silver 1977

Trimph Bonneville Silver 1977

Royal Enfield 1955

Royal Enfield 1955

H. D. 1923

H. D. 1923

H. D.

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Logo Indian

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Triumph

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Lopes

Lopes

Harley

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BMW

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Janis Jopolin

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Ducati 250cc 1970

Ducati 250cc  1970

Hotchkiss Salt Lake City

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Harley 1950

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Linda dugeau 1940 (1º Moto Clube de Mulheres)

Linda dugeau 1940 (1º Moto Clube de Mulheres)

Indian 1910

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Pasto

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Mãe e filho

Mãe e filho

Arizona

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Cavaleiro

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Cabana

Cabana

Boulevard em 2014

Boulevard  em 2014

Burgman 125 2009

Burgman 125 2009

Burgman 125 2007

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Suzuki 800 cc (2015)

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Honda 150 2006

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Opala 1972

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Fusca 1980

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Faz. Bonanza (Avai) 84

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Landau 73

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Aéro Willis 66

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Ford 42

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1967 - Bauru (Jeep 51)

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1960 - Aparecida do Norte

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Logo Norton

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BMW R 60 SideCar

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SiderCar

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BMW GS

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Estrada

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Elspeth Beard BMW 60 - 1974 - Viagem de 76 mil Kmm

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Harley - 1950

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Dorothy Robson 1940

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Harley

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BSA

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Honda 90 - 1972

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Honda XL 250 - 1982

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Honda XL 250 1974

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Kawazaki 1000 1976

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Honda 1000 1977

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Honda CB 500 1974

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Yamara RD 350 1974

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Honda CB 350 1973

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Araucaria - Parana Brasil

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Oliveiras com 5.000 anos - Lib

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Sumauma - Amazonia Brasil

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Sequoia 3.200 anos - California EUA

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Neve

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Gurgel 1979

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Viagem Bahia - Itapuã 87

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